7 coisas que aprendi – por Betzaida Mata

Em uma iniciativa conjunta* entre os blogs Escriba Encapuzado e Vida de Escritor, T.K. Pereira e Alexandre Lobão convidam escritores para compartilharem suas experiências com os colegas de profissão, destacando sete coisas que aprenderam até hoje. Não interessa se você é iniciante ou veterano, se escreve poesias, contos, romances ou biografias, envie sua contribuição para esta série de artigos!

Neste post, com a palavra, Betzaida Mata, historiadora, professora e autora do livro O Fundo e a Luz, livro que recebeu menção honrosa nos Prêmios Literários Cidade do Recife.

  1. A escrita literária tem dois momentos: o de catarse e o de depuração.

  2. O Fundo e a Luz, de Betzaida MataO momento de catarse parte de um profundo desejo de escrever. É belo e legítimo o texto que brota daí, mas não necessariamente é um texto literário.

  3. A depuração é o ato de trabalhar o texto e de testar se aquilo que seu desejo colocou em palavras pode comunicar algo importante às outras pessoas.

  4. Busque a cumplicidade do leitor, o melhor caminho para isso é o da simplicidade: uma escrita rebuscada demais ou autoelogiosa tende a provocar aversão em quem lê.

  5. Escreva apenas aquilo sobre o qual você não pode se calar.

  6. Escrever bem é reescrever continuamente.

  7. Escrever dói. E também dá muito prazer.

Sobre a autora

Escritora Betzaida MataBetzaida Mata é historiadora, professora e escritora. Possui contos publicados em revistas eletrônicas. Autora do romance O fundo e a luz, menção honrosa nos Prêmios Literários Cidade do Recife e publicado pela editora Kazuá.

Editora Kazuá: Perfil

Facebook: Perfil

Germina – Revista de Literatura e Arte: Betzaida Mata

Currículo: Perfil

Veja a opinião de outros autores aqui e no Vida de Escritor!

eBook 7 coisas que aprendiGostou das 7 dicas da Betzaida? Quer aprender mais com a experiência de outros 58 escritores? Baixe agora o eBook gratuito da série 7 coisas que aprendi.

* Projeto inspirado pela coluna “7 Things I’ve Learned So Far”, da revista Writer’s Digest.



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