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A Nostalgia em “The Country of the Pointed Firs” de Sarah Orne Jewett

"O foco da escritora é o desenvolvimento de um ambiente que permita aos leitores uma percepção aguçada das histórias de sofrimento e desilusões vividas pelos personagens." Confira mais uma análise de Artur Salles Lisboa de Oliveira.

7 coisas que aprendi – por Cassionei Niches Petry

"Aprendi só agora, depois do terceiro livro, a não me desesperar, não escrever mais “textão” no Facebook lamentando o público escasso do lançamento do livro, não me iludir com parabéns e “likes” que não resultam em compra da obra. Escrevo e pronto." Hoje a palavra é do escritor publicado Cassionei Niches Petry. Confira já!

Os Frankensteins ainda estão Vivos

"A leitura de "Frankenstein" de Mary Shelley nos faz sentir que a autora está falando por todos nós. Nada pode ser mais contemporâneo do que certos temas envolvidos na narrativa tais como ambição, cobiça, violência, desespero e rejeição." Confira a interessante análise de Artur Salles Lisboa de Oliveira.

7 coisas que aprendi – por Luisa Geisler

"Muitas pessoas que falam comigo se comparam com o fato de que escrevi e publiquei um livro antes dos 20 anos de idade. A questão da idade é só uma causa de ansiedade na sua cabeça." Com a palavra, a escritora Luisa Geisler, duas vezes vencedora do Prêmio Sesc de Literatura. Confira!

7 coisas que aprendi – por Matheus Arcaro

"A literatura me ensina constantemente que não existe um manual ou um receituário para viver. Me ensina que, muito mais do que uma corrida de cem metros, a vida é uma dança." Com a palavra, Matheus Arcaro, professor, artista plástico e escritor publicado.

7 coisas que aprendi – por Kátia Gerlach

"Minha mão direita é capaz de amassar uma bola de papel e atirá-la violentamente na lixeira." Kátia Gerlach é autora de "Jogos (Ben)ditos e Folias (Mal)ditas", "Colisões BESTIAIS (Particula)res", "Forasteiros" e "Forrageiras de Jade". Tá esperando o quê? Clica aí! E caso você deseje compartilhar sua experiência como escritor, entre em contato conosco.

7 coisas que aprendi – por Alexandre Brandão

"Não fique ansioso, se não foi possível escrever hoje, será possível amanhã — aliás, não é procrastinação (mas sabedoria) adiar a escrita por conta da leitura." Alexandre Brandão, autor de livros de crônicas e de contos e vencedor do “Bolsa do Autor”, da Funarte, em 2000. Tá esperando o quê pra conferir as dicas dele?

7 coisas que aprendi – por André Roca

"Um escritor precisa se desprender desse universo (dos autores clássicos) e ampliar seu horizonte com a leitura dos contemporâneos. Faz bem ser contaminado por nossos pares. É neles que identificaremos as luzes e as trevas do nosso tempo." Com a palavra, o jornalista e escritor publicado André Roca.

7 coisas que aprendi – por Lúcio Saretta

"A gente só sente as correntes que nos prendem quando tentamos nos mexer. Não existe uma sequência lógica para ascender como escritor." Lúcio Humberto Saretta é escritor autopublicado e um dos vinte finalistas do concurso Brasil em Prosa. Quer saber o que ele aprendeu até hoje? Clica aí!

7 coisas que aprendi – por Marcos Mota

"Ser rejeitado é uma constante na vida de qualquer pessoa. Aprenda a lidar com isso numa boa. E aprenda também a se reerguer. Diariamente, você precisará renovar suas forças da mesma forma como precisa escovar os dentes todos os dias pela manhã." Com a palavra, o escritor independente Marcos Mota.
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