Fan Fiction - Arquivo

6. Há muito mais a temer… – Reinos de Aventuras

Rarnar estava diante do ataúde de pedra. Enxergando claramente através da escuridão absoluta, os olhos amarelados contemplavam um cadáver inacreditavelmente bem conservado, envolvido por uma manta rústica. Reproduzido nesta, o emblema da maça-estrela respigando sangue identificava os restos mortais. Não havia dúvida de que realmente estava na Torre Alta.

5. Portas Abertas – Reinos de Aventuras

Guinchos preencheram o ambiente. Atravessando o vazio deixado por uma das portas, uma turba de ratos encharcados surpreendeu a todos e correu freneticamente pelo lugar, metendo-se em frestas e buracos. Meldeau pisou e chutou os que se aproximaram demais.

4. Sombras e Desconfianças – Reinos de Aventuras

Chovia a cântaros e nenhum outro som ecoava no abrigo. O ar estava pesado e a luz indistinta da lamparina criavam sombras ameaçadoras. Sentados em cantos opostos, Taldor Fendeaço e Rhístel Sanguélfico trocavam olhares, buscando desvendar os pensamentos um do outro.

3. Encontro Inesperado – Reinos de Aventuras

Taldor encontrou as ruínas da torre momentos antes da tempestade desabar ruidosamente. Todavia, para seu desgosto, o local não fornecia proteção. A única alternativa era abrigar-se sob o outeiro onde a antiga construção fora erigida. Não desejava fazê-lo, mas percebeu que não tinha escolha quando os primeiros raios cortaram os céus.

2. Pelos Ermos Verdejantes – Reinos de Aventuras

Taldor Fendeaço interrompeu os passos para lançar um olhar preocupado para o céu. Um sol pálido se fez notar no oeste por trás de nuvens cinzentas. Um vento frio soprou através dos cumes gramados, carregando um aroma bem familiar ao jovem anão: chuva. O tempo mudara novamente.

1. A Busca – Reinos de Aventuras

Três figuras encapuzadas atravessavam a passos largos as terras do interior ocidental dos Reinos Fronteiriços. O véu da noite era a única proteção contra a atenção indesejada naquele mar de colinas desabrigadas. Poucos enxergariam o misterioso trio ali; as nuvens, arautos das tempestades elétricas tão comuns naqueles ermos, intensificavam a escuridão.

Reinos de Aventuras: histórias de fantasia!

Estava aqui escrevendo mais um conto quando atentei para o fato de que não costumo mostrar meu trabalho para outras pessoas. Ora, qual é o propósito de escrever histórias se não há ninguém para lê-las e opinar a respeito? Decidi postar algumas histórias despretensiosas aqui no blog...